
PARE PRA PENSAR
O aclamado autor e destacado líder cristão John Stott escreveu um livro que é básico para o desenvolvimento cristão, intitulado “Crer é também pensar”. Então:
Pense nisso.
O paradoxo do nosso tempo na história é que nós temos edifícios mais altos e nosso pavio mais curto; estradas mais largas, mas pontos de vistas mais estreitos. Gastamos mais e temos cada vez menos e usufruímos menos ainda.
Temos casas maiores e menores famílias; mais conveniências e menos tempo. Temos mais educação e menos bom senso. Mais conhecimento e menos sabedoria; mais especialistas e muito mais problemas. Mais remédios e menos saúde.
Bebemos muito, fumamos muito, gastamos prodigamente, sorrimos pouco, dirigimos em alta velocidade, ficamos zangados muito rápido, dormimos muito tarde, acordamos muito cansados, lemos pouco, assistimos muita TV e oramos raramente. Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos muito, mas raramente amamos e frequentemente odiamos. Aprendemos a ganhar a vida, mas não aprendemos a viver. Acrescentamos anos à vida, mas não a vida aos anos.
Fomos à lua e voltamos, mas temos problemas para atravessar uma rua ou fazer amizade com o novo vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não conquistamos o nosso espaço interior. Fizemos coisas grandes, mas não as fizemos melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma, partimos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais e aprendemos menos. Planejamos mais e realizamos menos. Aprendemos a nos apressar, mas não aprendemos a esperar; temos altas receitas financeiras e menos valores morais. Temos mais comida e menos paz. Construímos mais computadores para guardar mais informação e fazerem mais cópias, mas temos menos comunicação. Temos muita quantidade e pouca qualidade. Guardamos menos informação.
Estes são os tempos das refeições rápidas e digestão vagarosa, homens altos e caráter baixo. Lucros altos e baixos relacionamentos. Estes são os tempos de paz mundial e guerra nos lares. Mais divertimento e menos prazer. Mais tipos de comida e menos nutrição. Estes são os tempos de dois salários e mais divórcio, de casas mais bonitas e lares divididos. Estes são os dias de viagens rápidas , fraldas descartáveis, moralidade descartável, relacionamentos de uma noite só (ficar), corpos com excesso de peso. De pílulas que dão prazer, que acalmam e que matam.
Este é o tempo em que existe muito na vitrine e nada no estoque, o tempo que a tecnologia traz esta carta até você e que você pode escolher fazer a diferença ou simplesmente ignorá-la.
Pense nisso.
O paradoxo do nosso tempo na história é que nós temos edifícios mais altos e nosso pavio mais curto; estradas mais largas, mas pontos de vistas mais estreitos. Gastamos mais e temos cada vez menos e usufruímos menos ainda.
Temos casas maiores e menores famílias; mais conveniências e menos tempo. Temos mais educação e menos bom senso. Mais conhecimento e menos sabedoria; mais especialistas e muito mais problemas. Mais remédios e menos saúde.
Bebemos muito, fumamos muito, gastamos prodigamente, sorrimos pouco, dirigimos em alta velocidade, ficamos zangados muito rápido, dormimos muito tarde, acordamos muito cansados, lemos pouco, assistimos muita TV e oramos raramente. Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos muito, mas raramente amamos e frequentemente odiamos. Aprendemos a ganhar a vida, mas não aprendemos a viver. Acrescentamos anos à vida, mas não a vida aos anos.
Fomos à lua e voltamos, mas temos problemas para atravessar uma rua ou fazer amizade com o novo vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não conquistamos o nosso espaço interior. Fizemos coisas grandes, mas não as fizemos melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma, partimos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais e aprendemos menos. Planejamos mais e realizamos menos. Aprendemos a nos apressar, mas não aprendemos a esperar; temos altas receitas financeiras e menos valores morais. Temos mais comida e menos paz. Construímos mais computadores para guardar mais informação e fazerem mais cópias, mas temos menos comunicação. Temos muita quantidade e pouca qualidade. Guardamos menos informação.
Estes são os tempos das refeições rápidas e digestão vagarosa, homens altos e caráter baixo. Lucros altos e baixos relacionamentos. Estes são os tempos de paz mundial e guerra nos lares. Mais divertimento e menos prazer. Mais tipos de comida e menos nutrição. Estes são os tempos de dois salários e mais divórcio, de casas mais bonitas e lares divididos. Estes são os dias de viagens rápidas , fraldas descartáveis, moralidade descartável, relacionamentos de uma noite só (ficar), corpos com excesso de peso. De pílulas que dão prazer, que acalmam e que matam.
Este é o tempo em que existe muito na vitrine e nada no estoque, o tempo que a tecnologia traz esta carta até você e que você pode escolher fazer a diferença ou simplesmente ignorá-la.
Com amor e orações,
Abrahão Soares.
Abrahão Soares.
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